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Volta para fase amarela deve prejudicar vendas de Natal, diz ACMC

Presidente da Associação Comercial fala das novas restrições de horário e capacidade de atendimento

A direção da ACMC – Associação Comercial de Mogi das Cruzes avalia que o comércio deverá ser novamente prejudicado com a regressão da cidade para a fase amarela do Plano SP, o que implica em menos tempo e capacidade de atendimento do consumidor, justamente no mês de dezembro, que é o período mais aguardado pelo setor em razão das compras de Natal.

A direção da entidade deverá se reunir nas próximas horas com o Sincomércio e os representantes da Prefeitura para definir como ficará o funcionamento do comércio dentro das regras apresentadas hoje (30/11) pelo Governo, que deixou todo o Estado na fase amarela.

O comércio estava começando a reagir e a grande expectativa era o Natal. Agora as projeções podem ser comprometidas porque, ao invés de estender o horário de funcionamento como é o comum, vamos reduzir e ainda diminuir a quantidade de pessoas no interior das lojas. Isso, aliado ao medo em razão do aumento de casos, deve fazer com que muitos consumidores deixem de ir ao comércio”, argumenta o presidente da ACMC, Marco Zatsuga, ao lembrar que a estimativa inicial era de um aumento de 3% nas vendas neste Natal.

O dirigente ressalta que as restrições da quarentena também devem impactar a questão do emprego, com a dispensa de trabalhadores contratados temporariamente. “Entendemos a questão da saúde, mas os impactos dessa nova restrição serão negativos. Só não será pior porque agora todo o Estado está na mesma situação”, acrescenta o presidente.

Com o regresso geral para a terceira das cinco fases do Plano SP, o atendimento presencial em atividades como bares, restaurantes, academias, salões de beleza, shoppings, escritórios, concessionárias e comércios de rua fica restrito a 10 horas diárias, sequenciais ou fracionadas, e 40% de capacidade. Os estabelecimentos terão que fechar o atendimento local até as 22 horas.